FlashMob no Aeroporto de Lisboa


Boa noite,
Há muito que não actualizava o blog, mas hoje encontrei algo que queria partilhar com vocês. A iniciativa é boa, faz publicidade a custo zero, e sem duvida que as novas tecnologias de veiculação de informação muito ajudam no sucesso destes FlashMobs.
Apenas mais uma ideia, finalmente que empresas portuguesas (neste caso a TAP) começam a adoptar outros tipos de publicidade e marketing, mais apelativos numa perspectiva de difusão á posteriori. A Internet ajuda, o YouTube auxilia, as pessoas vêem...aquilo que era inicialmente apenas uma mensagem de natal da referida empresa, é agora um meio de publicidade feroz, barato e que chega de forma veloz aos olhos das gentes de todas as idades. Muito boa iniciativa, vejam o vídeo aqui colocado.





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TransferJet, mais uma tecnologia de info-transporte


Fonte: Baixaki

Trocar arquivos simplesmente aproximando aparelhos não é mais um sonho do futuro. Conheça a novidade da Sony que promete revolucionar o modo de realizar transferência de dados e desbancar a utilização de USB e do Bluetooth.
Imagine um modo de transferir arquivos da sua câmera digital para o computador sem utilizar nenhum cabo, mas com velocidade superior a qualquer outra tecnologia atual. E se você conseguisse passar gigabytes de vídeos de uma câmera filmadora para o PC em questão de segundos simplesmente encostando os dois aparelhos?

Pode parecer mais uma daquelas projeções futuristas que víamos em filmes de ficção científica dos anos 90, mas esse tipo de tecnologia já existe e muito em breve vai estar nas lojas presente em praticamente todos os produtos multimídia do mercado. Portanto esqueça os carros voadores e as máquinas de teletransporte e guarde o nome da tecnologia do futuro: TransferJet.

O que é e o que faz?



Desenvolvida pela Sony, a TransferJet é um sistema que permite a transferência de arquivos baseada em simples toques entre os aparelhos a uma velocidade incrivelmente alta. É como se você unisse o melhor do Bluetooth com a facilidade do USB, mas com diversas melhorias.

O primeiro grande destaque dessa nova tecnologia é a velocidade. Quem nunca sofreu ao tentar enviar alguns gigabytes de arquivos do computador para o MP3 Player? Com o TransferJet isso pode ser feito em apenas alguns segundos, já que, teoricamente, ele faz a troca de arquivos a uma velocidade de 560 Mbps. Para ter uma noção do que isso significa, basta imaginar que a conexão via Bluetooth 2.0 alcança, no máximo, 3 Mbps.



Reprodução/Sony
Porém, a grande inovação da nova tecnologia da Sony é conseguir trazer essa velocidade exorbitante às transferências a partir de um sistema de toque e aproximação. Para isso, basta você deixar dois celulares lado a lado para que eles troquem informações e dados, sem necessitar da utilização de cabos ou redes de amplo alcance. Na prática, isso poderia significar o fim da utilização de qualquer tipo de fio ou entrada física para a realização de transferências. Se, por exemplo, uma família deseja visualizar as fotos de uma viagem na televisão, bastaria posicionar a câmera ao lado da TV para que ela automaticamente exiba as imagens.

Como funciona?

O grande segredo do TransferJet é unir a velocidade da tecnologia UWB - sigla para Ultra Wide-Band, ou “banda ultralarga”, presente em equipamentos que permitem a conexão através de uma espécie de rede sem fio de curto alcance, como teclados e mouses wireless - com a facilidade dos aparelhos com NFC (sigla em inglês para Comunicação de Campo Próximo), que funcionam de maneira semelhante ao Bluetooth, ou seja, através de conexão de alta frequência.



Reprodução/Sony
Por utilizar um sinal de baixa frequência (4,48 GHz), o alcance máximo do sinal TransferJet é de aproximadamente 3 cm, o que permite o sistema de toque e aproximação. Além disso, dentro desse campo é possível fazer com que arquivos sejam trocados com a velocidade máxima – que na prática alcançou “apenas” 375 Mbps.

E é por causa dessa frequência abaixo das ondas de rádio e de outros componentes que é possível realizar transferências com outros equipamentos sem sofrer qualquer tipo de interferência. Com isso, você pode compartilhar dados via TransferJet com um amigo enquanto alguém ao seu lado utiliza o Bluetooth ou o sinal de internet wireless.

A Sony publicou um material online que explica detalhadamente todos os recursos e especificidades técnicas do novo recurso. Caso queira aprofundar-se no assunto, você pode conferir clicando aqui.

Toque e passe com segurança

O sistema de transferência por toque surgiu a partir do modelo japonês de metrô. No caso, os passageiros pagam as passagens em fração de segundos simplesmente encostando um cartão em um aparelho na entrada das estações. O movimento de toque era tão intuitivo que em pouco tempo o sistema de pagamento foi largamente aceito pela população.



Reprodução/Sony
No caso do TransferJet, a transferência de arquivos é feita de maneira semelhante ao exemplo do metrô japonês. Para enviar uma imagem, música ou até mesmo um vídeo de um celular para outro, basta encostá-los. A Sony aposta então em uma tecnologia que utiliza um movimento natural para facilitar a aceitação e o entendimento de qualquer pessoa.

À primeira vista, o curto alcance do sinal do TransferJet pode parecer uma desvantagem, mas a proposta é exatamente o oposto. Com um raio de curto alcance – apenas 3 cm –, a tecnologia é mais econômica, já que não se “força” o aparelho a buscar sinais, e oferece mais segurança do que outros métodos de troca de arquivos wireless.

Ao contrário do que acontece com o sinal de Bluetooth, por exemplo, o sistema de reconhecimento por proximidade evita que você capte um sinal indesejado de outro aparelho – quem nunca encontrou diversos celulares desconhecidos enquanto tentava enviar algum arquivo para um amigo ao lado? Além disso, também impede que transferência sofra com interferência externa de outros sinais ou que os dados sejam interceptados por outro equipamento.

Para tornar o envio ainda mais seguro, o TransferJet possibilita a criação de uma espécie de registro de aparelhos. Com isso, você pode especificar quais celulares ou câmeras têm permissão para enviar arquivos para você. Funciona de maneira semelhante ao que já vem sendo utilizado na comunicação via Bluetooth, porém, uma vez cadastrado e aceito, aquele sinal é visto como confiável e pode enviar dados automaticamente, sem necessitar de uma autorização do usuário. É claro que essas opções podem ser alteradas.

Assim como acontece com outros tipos de conexão sem fio, o TransferJet também deve procurar sinal, selecionar e autenticar usuário para então permitir a conexão. A diferença é que a nova tecnologia da Sony funciona a partir de um toque entre os aparelhos: um método mais simples, prático e incrivelmente rápido se comparado com outros.

O fim da transferência por cabos?

Ao contrário do que possa parecer, por mais que utilize um conceito semelhante, o Bluetooth não é a tecnologia que mais vai sofrer com a chegada do TransferJet. Com esse novo projeto, a Sony pretende revolucionar o modo de transferir arquivos, que até agora era ditado pelas entradas USB.

A principal diferença entre os dois modos de envio de dados, além da velocidade, é a praticidade. O já popular conhecido USB utiliza um sistema mais complexo se comparado ao TransferJet, já que necessita selecionar o arquivo, como e para onde ele será enviado. Já com a nova tecnologia, isso funcionaria de maneira automática ao aproximar o aparelho do computador, por exemplo.

Outra vantagem sobre o USB é o simples fato de não necessitar de cabos para realizar essa troca de dados. Por utilizar um sistema wireless muito próximo do Bluetooth, não existe mais a necessidade da utilização de cabos para realizar qualquer tipo de transferência, já que a tecnologia da Sony oferece um método mais seguro. Assim você não precisa mais se arriscar conectando o pendrive em computadores públicos ou ficar na mão ao tentar utilizar um leitor com defeito por causa do constante “tira e põe”.

Novos mercados, grandes horizontes


A chegada do TransferJet, além de mudar o modo de fazermos transferência, traz grandes inovações para o segmento tecnológico. A Sony propõe a criação de quiosques em que o usuário pode realizar downloads através da nova tecnologia. Com isso, bastaria você chegar a alguns desses pontos e encostar seu celular ou qualquer outro equipamento equipado com a TransferJet para ter acesso a vídeos, músicas e imagens.

Além disso, a empresa japonesa ilustra a multifuncionalidade da tecnologia com o exemplo de um parque temático, em que o usuário poderia utilizar terminais de downloads para baixar mapas e outros materiais informativos sobre o local.

Coisa do futuro já no presente

Se você acredita que esse tipo de tecnologia deve ser lançada em um futuro distante, saiba que vai ser possível encontrar um aparelho com TransferJet nas lojas mais cedo do que você imagina.

No ano passado, a Sony já divulgou diversos protótipos de produtos equipados com o novo recurso em várias feiras, como celulares, notebooks e câmeras digitais. Além disso, no final de novembro deste ano, a gigante de eletroeletrônicos lançou dois chips com TransferJet integrado.

Mas não apenas a empresa japonesa tem investido nesse novo modo de realizar transferências. Outros grandes nomes do ramo tecnológico mostraram interesse e também começaram a produzir aparelhos equipados com o TransferJet, como a Casio, Pioneer, Sharp, Panasonic, Seiko e Toshiba, que já mostrou o protótipo de um celular capaz de realizar esse tipo de troca de dados.




Outras marcas renomadas também assinaram contrato para utilizar a tecnologia da Sony em seus produtos. É o caso de Canon, Nikon, Olympus e JVC, especialistas em câmeras digitais e filmadoras, equipamentos que se beneficiarão com a novidade.

Todos os aparelhos equipados com o TransferJet vão possuir um pequeno selo indicativo com o símbolo da tecnologia, de maneira semelhante ao que acontece com aqueles que possuem suporte para Bluetooth.

Além disso, a Sony pretende lançar uma espécie de leitor para fazer a integração com equipamentos fora da tecnologia. Nos exemplos divulgados, é o acessório utilizado em uma televisão para que ela consiga acessar os arquivos de uma câmera digital.


O PoliConteúdo lança a discussão:
Qual será o limite das tecnologias de transporte de informação? Na minha opinião, não vai demorar muito tempo até que se invente o Teleporte, já tivemos mais longe.

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Youtube e os Netbooks


O Youtube decidiu criar um Youtube especial apenas para netbooks, devido ao seu hardware ser bem mais limitado, não esquecendo os monitores mais pequeno e caracteristicas menos potentes. Segundo a PC pro, o Youtube esta a preparar uma versão mais “light” para os netbooks tendo um leitor de vídeos mais leve, redução de comentários e outras características especiais. As opções como a partilha, sugerir, vídeos relacionados e respostas ao vídeo foram retiradas de forma a ter um Youtube bastante mais simples de carregar. Esta nova opção do Youtube tem o nome de Youtube Feather e para o experimentar tem de ter uma conta Google e entrar pela secção BETA do site. Aqui esta o youtube a adaptar-se em grande as novas tecnologias e as novas plataformas multimédia, que visam sobretudo a mobilidade.

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Portuguesa é apanhada pela Google a tomar banho numa fonte, ou não!


Boa noite,
esta imagem que veem em cima pelo que parece correu a Internet, chegou ao Brasil e baralhou os meios de comunicação social.
Na secção de notícias insólitas "Planeta Bizarro" do portal GloboG1 esteve a seguinte notícia: "Google flagra suposta pessoa nua tomando banho de chafariz em Portugal". Então do que se trata? é tão somente a nova ferramenta da Google que permite ver imagens a 360º de várias cidades do mundo, (o "Google Street View"), que neste caso bem insólito capturou uma imagem "do que parece ser uma pessoa nua tomando banho de chafariz na Rua do Campo Alegre, na cidade do Porto, em Portugal". Na verdade não é nenhuma mulher a tomar banho no chafariz mas sim uma obra de José Cutileiro. Este caso de facto é insolito, mas levanta na minha perspectica uma questão interessante, até que ponto temos a nossa privacidade salvaguardada com o desenvolvimento das novas tecnologias e até que ponto pode o sistema legal responder aos "abusos" que começam a "flagrar" com o uso das novas tecnologias. Fica a questão.

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55 milhões em estágios para licenciados


O conselho de ministros aprovou hoje um investimento de cerca de 55 milhões de euros na criação de 5000 estágios remunerados no sector da Administração Central. Os estágios teem como receptores licenciados que se em encontrem a procura do primeiro emprego, em situação de desemprego ou que o seu emprego actual não corresponda as suas qualificações, sendo que não vão exceder o período de um ano e a remuneração mensal do estagiário não excederá os 900 Euros. Afirmou também o Governo que estes estágios “alargam as oportunidades de emprego para os jovens que procuram lugar no mercado de trabalho ". De facto a medida é boa, mas não nos podemos esquecer que apenas é benéfica aos licenciados estagiários a pequeno prazo, não sendo então uma medida que aposte na redução da precariedade de emprego. A médio, longo prazo não resolve nem dá resposta ao problema do desemprego entre licenciados que á data se mantém. Espera-se mais…

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Tratado de Lisboa em frente


Está para breve o remover do último obstáculo à entrada em vigor do Tratado de Lisboa. Vaclav Klaus, o eurocéptico presidente da República Checa, revelou, esta sexta-feira, ter ficado satisfeito com a resposta da União Europeia (UE) às reivindicações que apresentou como condição para a ratificação do documento.
Em comunicado, a Presidência checa revelou que «o Presidente Vaclav Klaus recebeu uma proposta da presidência sueca da UE que é uma resposta à sua reivindicação relativa à ratificação do Tratado de Lisboa na República Checa».
«Essa proposta responde às expectativas do Presidente e é possível trabalhar com base nela», lê-se no documento. Apesar da satisfação com a posição da UE, a Presidência da República Checa não divulgou os detalhes da proposta apresentada pelo presidente sueco.
No entanto, tendo em conta as objecções publicamente demonstradas por Klaus, é provável que Bruxelas tenha dado um sinal positivo à pretensão checa de que o Tratado de Lisboa inclua uma menção explícita à nulidade de eventuais pedidos de indemnização de cidadãos alemãs expulsos do território da antiga Checoslováquia, na sequência da II Guerra Mundial.

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Humanidade oriunda do Espaço




As amostras do cometa Wild2, trazidas para a Terra pela sonda espacial Stardust continham um elemento fundamental para a formação de vida, a glicina. Sendo a primeira vez que este aminoácido é encontrado num cometa, este veio apoiar a teoria de que alguns elementos responsáveis pela formação de vida na Terra são originalmente oriundos de um espaço extraterrestre e terão então chegado a Terra através da colisão de meteoritos e cometas na nossa superfície. Partindo do principio que esta teoria agora fundamentada está correcta, podemos acreditar que a vida no Universo é mais banal do que inicialmente se pensou. Deixo-vos links para aprofundarem o tema deste artigo de carácter noticioso, a fim de se poder debater e desenvolver esta temática aqui no PoliConteudo.

Wild2
Glicina
Stardust

por,
Nuno Cortez

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Compro um telemovel ou um relógio???



Boa Noite,

a LG apresentou na Coréia do Sul o seu novo telemóvel disfarçado de relógio de pulso, o LG GD910. Trata-se exactamente de um telemóvel 3G HSDPA com uma tela touchscreen colorida de 1.43”.É possivel a reprodução de arquivos MP3, além de fazer conversão de textos TTS (Text to Speech).

Não bastando tanta tecnologia em tão pequeno aparelho, este telemóvel HiTech também tem uma camera de vídeo para tirar fotos, fazer gravações e chamadas de vídeo. As várias normas de comunicação não foram esquecidas,estando então apetrechado com tecnologia Bluetooth de ultima geração. Este novo HiTech da LG deve ser oficialmente lançado na CES 2009.

por,
Nuno Cortez

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Actos mais-do-que-imperfeitos das Organizações Internacionais





Caros,

Recentemente veio a público que Israel prepara no momento a defesa dos seus soldados das prováveis acusações de crimes de guerra que serão “arremessadas”, por organizações internacionais, para os combatentes israelitas (conferir notícia em http://jbonline.terra.com.br/nextra/2009/01/25/e250124608.asp). Esta notícia torna clara a cada vez maior imperfeição e falta de lógica nos actos e objectivos designados das referidas e poderosas Organizações Internacionais. A sua politica fora de sentido, inútil e mais do que imperfeita, a sua forma de resolução dos problemas e os seus modos de proceder contra as imperfeições que aterrorizam o mundo actual não passam de um “abafar do problema”, de um “arremessar das culpas” para quem está mais vulnerável, de um “tapa olhos” para a opinião pública.

Segundo consta a ONU vai levantar um processo judicial contra os responsáveis pelos bombardeamentos ao edifício da ONU na área de Gaza, e claro, quem vai sentar no banco dos réus serão soldados, chefes do exercito, comandantes comandados pelo governo. Não tem qualquer lógica esta situação que se cria através de uma das maiores e melhor estruturadas (devia ser) organizações mundiais. A ONU, organização com poderes específicos e referente a países específicos tem também implicitamente um poder sobre todas as outras nações, sejam elas vinculadas á ONU ou não, tem poder suficiente para fazer “mexer” outras organizações e tornar por certo objectivos concretos. A minha pergunta e indignação vai de encontro com o facto da ONU dizer que vai acusar os soldados ao invés de acusar o país que enviou os soldados. Quem os enviou sim, efectivamente deve ser condenado pelo que se passou em Gaza. Um soldado não é mais do que um empregado, o exército é o seu trabalho, o seu emprego...o governo o seu patrão, o contribuinte, o seu financiador. O seu patrão mandou, o governo deveria ser chamado a razão. É obvio que cada soldado, ou cada comandante que chefiou esta ofensiva tem uma determinada percentagem de culpa, podiam-se afirmar objectores de consciência e não acatar as ordens que viriam de cima, do governo, e negar a tarefa que o seu patrão lhe tinha destinado. Mas eu pergunto-me, será que num país de Médio Oriente, de tradição militar tão violenta, tão radical, será que neste pais um militar objector de consciência viveria muito tempo no exército do seu país? Vivo ou morto não sei, mas não ficaria no exército com certeza, pelo que seria considerado traidor, desertor, que mais. Afastado, escorraçado do seu emprego, quando não morto ficaria na miséria. Logo a objecção de consciência não poderia ser utilizada neste caso o que invalida a culpa de um soldado e coloca o governo logicamente no banco dos réus. Culpado! É o alvo a condenar. Israel, os seus governantes e personalidades politicamente influenciadoras que de alguma maneira participaram no desenrolar desta situação, a meu ver são assassinos, violadores de leis internacionais básicas.

S into-me indignado depois de ver palestinianos serem escorraçados do seu território(seu por direito), serem engavetados em meia dúzia de kilometros quadrados e depois disto serem alvo de um 1300 assassinatos, destruição das suas infra-estruturas e de terror nas suas próprias casas…um pouco mais, teria sido uma limpeza étnica, um extermínio de um povo que teve a infelicidade de nascer palestiniano as portas de Israel.

por,

Nuno Cortez

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